Alemanha proíbe o Uber de operar

Depois de Londres, a Alemanha.

Ver German court bans Uber’s ride-hailing services in Germany – Reuters.

Em São Paulo, os motoristas de taxi licenciados pela Prefeitura estão insatisfeitos com a quantidade de carros cadastrados em aplicativos.

Fala-se em 600 mil carros, além dos cerca de 40 mil licenciados pela Prefeitura. A prefeitura analisa limitar o número de carros cadastrados por aplicativo.

More – business.models.envision

Fiat e Peugeot concordam em ir adiante em fusão 50/50

A decisão foi confirmada ontem, 16/12/19.

  • Fusão 50/50.
  • Chairman da Fiat, CEO da Peugeot.
  • A nova marca ainda por decidir.
  • Tornam-se o quarto maior fabricante mundial.
  • Valor aproximado do deal US$47 billion.
  • Sinergias estimadas – $4.5 billion, em R&D, plataformas, excesso de capacidade, administrativas, purchasing agreements.
  • O deal deve tomar de 12 a 18 meses para ser concluído.

Mais detalhes:

Learn more – durable.goods.envision.consulting

A indústria de cimento trabalha para reduzir a emissão de CO2

No processo convencional de produção, para cada tonelada de cimento produzida, uma tonelada de CO2 é liberada para a atmosfera.

Na Europa, a indústria desenvolve alternativas para reduzir as emissões. O vídeo mostra o avanço da iniciativa – Sucking up CO2 from one of the world’s worst emitters – BBC News:

Learn more – resources.envision.consulting

1Password recebe $200 million de aporte do Accel

Após 14 anos de mercado, todos com lucro, os sócios decidiram-se pela operação, para obter recursos para acelerar o crescimento, em especial no mercado corporativo.

O 1Password é um app para gerenciar senhas, logins, dados financeiros, etc, mundialmente reconhecido.

Ver:

Learn more – hightech.envision.consulting

Modern monetary theory (MMT) — devemos seguir gastando mais do que arrecadamos?

Nas últimas semanas ganhou destaque na mídia dos U.S. a idéia controversa de que é positivo – de que não é necessariamente negativo, um governo gastar mais do que arrecada.

O Sr. Jerome Powell, presidente do Fed, quando indagado sobre o conceito em sua recente audiência no Congresso, disse:

“The idea that deficits don’t matter for countries that can borrow in their own currency I think is just wrong.”

Ver Jay Powell Is No Fan of MMT, Says the Concept Is ‘Just Wrong’ – (Bloomberg).

A Sra. Stephanie Kelton, em entrevista à CNBC explica o que é MMT e discorre sobre benefícios e riscos. A Sra. S. Kelton foi assessora do Sr. Bernie Sanders, conhecido congressista americano. Ver Bernie Sanders’ 2016 economic advisor Stephanie Kelton on Modern Monetary Theory and the 2020 race – (CNBC).

Por aqui, estamos estudando o assunto.


More – financial.acumen.envision.consulting

O que faz o sucesso de um negócio

What leads to high performance? What leads to sustainable profitable growth?

Phill Rosenweig, The Halo Effect

O Santo Graal da gestão empresarial consta da resposta às perguntas acima.

A Amazon, ao longo de 23 anos (fundada em 1994), busca seu Graal e os resultados estão aí para quem quiser ver. Em 2016, na carta aos acionistas, seu fundador e CEO, o Sr. Jeff Bezos, descreve sua visão do Graal:

  • Obsessão com os clientes.
  • Resistir ao embevecimento com a atividade meio e focar nos objetivos e resultados.
  • Abraçar as tendências externas.
  • Alta velocidade para decidir.

Leia, abaixo, direto da fonte, no original.

Tempo de leitura — importante.


Jeff, what does Day 2 look like?”

That’s a question I just got at our most recent all-hands meeting. I’ve been reminding people that it’s Day 1 for a couple of decades. I work in an Amazon building named Day 1, and when I moved buildings, I took the name with me. I spend time thinking about this topic.

“Day 2 is stasis. Followed by irrelevance. Followed by excruciating, painful decline. Followed by death. And that is why it is always Day 1.”

Continue reading O que faz o sucesso de um negócio

E agora, José? What is next?

E agora, José? What is next?

Estamos trabalhando mais horas, a tecnologia está mudando o mundo, “software is eating the world“, blá blá blá.

A produtividade da economia não aumenta.

Nossa “missão e visão” empolgam, nossos objetivos são crystal clear, executamos, com sucesso (!), nosso projeto de “convergência estratégica”, com nosso consultor “du jour”.

A produtividade da economia não aumenta.

Redesenhamos processos, nossa gestão é “participativa” (bah!), fizemos assessments e tropeçamos em líderes high potential nos corredores.

Os números teimam em apontar para baixo (!).

Dirá a vizinha gorda e patusca do Nelson Rodrigues, aboletada da sacada:

“Ora, meu jovem, no Brasil é óbvio o que acontece. Não tem lido os jornais? Perdestes a coluna do Nelson no Jornal dos Sports?”

OK. Mas … e lá com os irmãos do Norte – Bretanha, Germânia, Francônia, Japão, US of A, para citar os mais votados?

A produtividade continua estagnada.

Até juros negativos (!) já estão praticando e nada. O artigo discute o assunto. Recomendo.


thoughtfulreasoning.com - jobs

No Brasil, melhoramos. OK – um “tiquitito”.

Há – evidentemente – muito a fazer e não há tempo a perder. Temos responsabilidades com nossas famílias e com as gerações futuras. Há um país por reconstruir, cheio de oportunidades, que espera, exige, que façamos o que é preciso.

O Brasil tem novo começo

Está formalizado, neste 31 de Agosto de 2016, o início da etapa de recuperação do Brasil. Temos uma agenda extensa, rumo a nossos objetivos, que envolvem, entre outras, as seguintes iniciativas:

  • Vendas de ativos, retomada de concessões, renegociações de dívidas com estados e municípios, atração de investidores externos, privatizações, retomada de investimentos dos empresários locais
  • Reestruturação da dívida interna e ações diversas que resultem na redução dos juros, rearranjos da previdência.
  • Ações que aumentem a confiança de investidores locais e internacionais, que levem à retomada o crescimento e, com isso, aumento da arrecadação, aumento do emprego.

    Brasil, o recomeço - giovanidigesu.com
    Brasil, o recomeço – giovanidigesu.com
  • Redução do tamanho do estado, níveis federal, estadual e municipal, aumento de sua produtividade e consequente redução de despesas, que combinadas com o crescimento da economia e subsequente aumento da arrecadação, interromperão o crescimento da dívida.
  • A combinação destas, somadas a outras iniciativas em discussão, devem produzir a desejada redução da inflação para metade dos níveis atuais, seguida, em paralelo, da redução do maior patamar de juros do mundo ocidental para valores mais republicanos.

Discutimos prioridades, nosso papel e o plano preliminar para entregar estes resultados nos últimos meses aqui neste forum. Passemos, pois, a entregar nossos compromissos com a sociedade e as gerações futuras. O governo já vai, ainda hoje, ao G20 e manterá também reuniões bilaterais com Espanha, Emirados, China e outras nações, o que é congruente com o que precisamos.

Nossa tarefa é enorme e requer ativa participação de todos nós – empresários, profissionais e executivos. Estamos otimistas. Vamos ao trabalho!

O Lord de Cupertino e a nuvem de Bezzos – 30 anos em 1 minuto …

Uma versão deste post, ligeiramente modificada, foi publicada no linkedin em 04/08/2016.

Nas décadas de 70 e 80, nós, de operações, começávamos a usar os fabulosos “mainframes“, para automatizar os “menial tasks“, repetitivos, cansativos e sujeitos a erros, que consumiam nosso tempo. Fazer algumas simulações simples era, agora, uma realidade de algumas horas, uma ou duas tardes mais longas, ou de um Sábado de chuva.

No início da década de 90, o que tinha vindo para aliviar a rotina, havia transformado-se em uma hidra complexa, difícil, cara, custosa de se manter.

Fugíamos dos projetos de IT, pois sabíamos onde começavam – as famosas reuniões para “obter o buy in do top management” – mas não sabíamos quando terminavam.

A “sopa de letrinhas” havia tomado conta do verbo diário, já totalmente dominado pelo jargão anglo-saxão – management, buy-in, change management, reengineering, process re-design (!), project steering committees. E os KPIs? Bah!

Uma nova categoria profissional havia surgido e ascendido meteoricamente. Todos frequentavam as famosas “academias“, onde aprendiam a “configurar e a “customizar” módulos e a operar as tais “ferramentas” (!), usando “tool boxes“.

Abrir uma nova filial não era mais algo comandado por operações, mas por uma “task force” (!). O ERP, não raro, era o caminho crítico, pondo clientes, fornecedores, transportadores, RH, vendas, manufatura e operações em obsequiosa espera, aguardando a “conversão”, depois das infindáveis “training sessions” no novo (?) módulo fiscal.

O Lord de Cupertino, seu iPhone e sua postura de passar ao largo da “igreja corporativa”, aos poucos, nos trouxe de volta, embalados pela leveza da núvem de Bezzos, aos anos românticos da década de 70 e 80.

O Lord de Cupertino, em uma célebre entrevista, circa 2008 ou 2009:

“Our business model is, really, very simple.
We don’t like corporate – they’re too complex.
We’re simple people.
Our focus is you – we build this fabulous technology for you.
It just works. You get to take a vote everyday.
You like it – you buy it. You don’t like it, don’t buy it.
It is that simple.”

O que é mesmo “big data”? Who cares?

Viva!!

 

Desintermediando seu modelo de negócios

Venda direta ao consumidor final, sem despesas de TV, sem rede de pontos de venda, menor capital de giro, com maiores margens –

A Unilever acaba de pagar cerca de 1 bilhão de dólares pelo Dollar Shave Club, uma empresa de 5 anos, que faz venda direta ao consumidor final de produtos masculinos para barbear e higiene pessoal. Por que? Para, concretamente, capturar todas as margens da cadeia de atacado e varejo entre a Unilever e o consumidor final. O sucesso do Dollar Shave Club, na opinião do CEO da Unilever, “é uma oportunidade única de aprendizado (!)”. O atacado e o varejo Americano já estudam o assunto, pois, evidentemente, pode retirá-los do jogo em várias categorias de produtos.

A outra idéia interessante é a possibilidade de atender nichos de mercado, com produtos de valor agregrado, com alta margem, como, por exemplo, suplementos alimentares, cosméticos, medicação sob prescrição e OTC para pacientes crônicos. Evidentemente, salta aos olhos a possibilidade de ganhos de expressivos de margem na prospecção, marketing e vendas, com a migração da ações mídia televisiva, de rádio, marketing, merchandising, comercialização para os canais digitais.

Casos começam a surgir mundo afora, com apoio em plataforma web, simplificação expressiva de cadeias de valor, supply chain, otimização de despesas comerciais e resultantes ganhos de margem. Já os temos aqui no Brasil e há muito a fazer.

Interessantíssima oportunidade de negócios, em especial em países com a diversidade e dimensão geográfica do Brasil.

Aaron Wojack for The New York Times
Aaron Wojack for The New York Times

How Companies Like Dollar Shave Club Are Reshaping the Retail Landscape

Brasil, a retomada do crescimento – prioridades

 

Nesta semana, a transformação do Brasil ganhou momentum, pelos acontecimentos políticos que estamos a acompanhar. O processo segue seu curso natural e, breve, será concluído.

O país está em situação econômica precária — nos encontramos em recessão, a inflação está elevada (!), há preocupações com o nível de emprego e com o deficit do Estado, nas três esferas — Federal, Estadual e Municipal.

A solução do imbroglio político em que nos envolvemos possibilitará que retornemos para o patamar econômico que merecemos.

O país precisa retomar o crescimento. Há, no momento, três prioridades: Continue reading Brasil, a retomada do crescimento – prioridades

Brasil, a retomada do crescimento e nosso papel como empresários

Nosso país entra na fase política decisiva de sua retomada nestas próximas semanas e, a seguir, o Brasil precisa, rapidamente, reassumir as rédeas de seus negócios, da rearrumação do Executivo e do Legislativo.

O processo de rearrumação do Executivo e Legislativo será longo e, como cidadãos e contribuintes, temos o dever de influenciá-lo e apoiá-lo.

Concluído o rearranjo inicial que está a ocorrer no ambiente político e institucional, empossado o novo governo, há que dar início ao rearranjo das contas, equacionar o caixa do Estado – esferas federal, estadual e municipal, re-orientar a participação do Estado na economia, via privatizações, re-direcionar a atuação dos bancos de fomento, etc. Há, ainda, que iniciar e concluir a reforma do sistema político. Finalmente, precisamos retomar o crescimento. Não é trivial e não é rápido. Continue reading Brasil, a retomada do crescimento e nosso papel como empresários

O conhecimento promove a geração de riqueza

The business of business is business.

Anteriormente, discorri sobre o acompanhamento sistemático de dados, fatos e tendências sobre o “mercado”, indústrias, empresas, seus fornecedores e concorrentes e de que forma organizamos (na Envision) o resultado do processo de curation.

Sigo uma outra linha de estudo focada em práticas de gestão que, hipoteticamente, quando bem usadas no contexto específico de um “ambiente competitivo”, aumentam a probabilidade de produzir mais riqueza.

If I do this, what will happen?

Trata-se de investigação intrincada e interessante de idéias, práticas, pontos de vista, experimentos, políticas de estado, dentre outros ramos do conhecimento, com vistas a criar mais riqueza e oportunidades para indivíduos, empresas, sociedades e nações.

O tema é vasto. Há quase 350 anos (1776, para ser exato), escreviam …

Continue reading O conhecimento promove a geração de riqueza

Dispor de dados e fatos atualizados sobre o “mercado” é indispensável

Bring me facts, and data. Opinions, I prefer mine.

Há uma miríade de fontes, pagas ou não, que proporcionam dados, fatos, opiniões, tendências e análises, que sigo para manter-me informado e formar pontos de vista e opiniões sobre tendências, indústrias e empresas.

Sigo fontes selecionadas diariamente. A Envision Management Consultants segue outras. As informações são acumuladas em estrutura de dados, fatos e análises sobre indústrias, empresas, conhecimentos e management practices que compartilhamos, por indústria e por management practice que nos interessam e a nossos clientes.

Procuro ser seletivo – escolher fontes relevantes, em número limitado, ler regularmente e fazer o curation de modo estruturado.

As principais fontes são:

Continue reading Dispor de dados e fatos atualizados sobre o “mercado” é indispensável