Tecnologia, comportamento, relações pessoais, profissionais e negócios

A tecnologia mudou comportamentos e a forma, hora, frequência e canal de interação entre pessoas:

  • Assistir filmes via streaming em casa, em vez de ir ao cinema.
  • Pedir comida via telefone ou um app, em vez de ir a um restaurante.
  • Assistir a 6 capítulos do Game of Thrones na Apple TV, em vez de ir ao teatro.
  • Discutir o momento político no Whatsapp, Telegram, em vez de encontrar os amigos.

Alterou também como interagimos com empresas e como empresas interagem entre si.

Seu negócio está sendo afetado?

Você está sendo afetado?

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25 anos de Internet transformaram o mundo

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giovanidigesu apps 25 years of internetÉ uma lista incrível! Nada disso existia há 25 anos.

Há 25 anos, Sir Timothy Berners-Lee tornou publicamente disponíveis os primeiros servidores web, criando o que hoje conhecemos como a world wide web (expressão meio desatualizada, reconheço).

Por volta de outubro de 1990, usando um computador NeXT (O Lord de Cupertino já estava envolvido. Será que sabia? Acho que não!) havia concluído as três tecnologias que, até hoje, servem de base para a web:

  • HTML – HyperText Markup Language, a linguagem de formatação da Internet
  • URI – Uniform Resource Identifier, o “endereço” usado para identificar cada dispositivo na web, hoje conhecido
    como URL.
  • HTTP – Hypertext Transfer Protocol, o protocolo que contém as regras de transferência de arquivos (texto, imagens, som, video e outros objetos multimedia) na web.

O primeiro browser era text-only (!). Aqui o artigo que Sir Tim publicou em 6 de Agosto de 1991, em um newsgroup, divulgando o lançamento da web.giovanidigesu - 25 anos de Internet

O primeiro parágrafo é uma pequena mostra da infinidade de tecnologias, negócios e mudanças que surgiram desde que esta idéia deixou os muros do CERN. Espetacular!

Esse post é a homenagem que, modestamente, presto à uma das invenções mais importantes da história moderna.

Sir Timothy Berners-Lee, cheers!

O Lord de Cupertino e a nuvem de Bezzos – 30 anos em 1 minuto …

Uma versão deste post, ligeiramente modificada, foi publicada no linkedin em 04/08/2016.

Nas décadas de 70 e 80, nós, de operações, começávamos a usar os fabulosos “mainframes“, para automatizar os “menial tasks“, repetitivos, cansativos e sujeitos a erros, que consumiam nosso tempo. Fazer algumas simulações simples era, agora, uma realidade de algumas horas, uma ou duas tardes mais longas, ou de um Sábado de chuva.

No início da década de 90, o que tinha vindo para aliviar a rotina, havia transformado-se em uma hidra complexa, difícil, cara, custosa de se manter.

Fugíamos dos projetos de IT, pois sabíamos onde começavam – as famosas reuniões para “obter o buy in do top management” – mas não sabíamos quando terminavam.

A “sopa de letrinhas” havia tomado conta do verbo diário, já totalmente dominado pelo jargão anglo-saxão – management, buy-in, change management, reengineering, process re-design (!), project steering committees. E os KPIs? Bah!

Uma nova categoria profissional havia surgido e ascendido meteoricamente. Todos frequentavam as famosas “academias“, onde aprendiam a “configurar e a “customizar” módulos e a operar as tais “ferramentas” (!), usando “tool boxes“.

Abrir uma nova filial não era mais algo comandado por operações, mas por uma “task force” (!). O ERP, não raro, era o caminho crítico, pondo clientes, fornecedores, transportadores, RH, vendas, manufatura e operações em obsequiosa espera, aguardando a “conversão”, depois das infindáveis “training sessions” no novo (?) módulo fiscal.

O Lord de Cupertino, seu iPhone e sua postura de passar ao largo da “igreja corporativa”, aos poucos, nos trouxe de volta, embalados pela leveza da núvem de Bezzos, aos anos românticos da década de 70 e 80.

O Lord de Cupertino, em uma célebre entrevista, circa 2008 ou 2009:

“Our business model is, really, very simple.
We don’t like corporate – they’re too complex.
We’re simple people.
Our focus is you – we build this fabulous technology for you.
It just works. You get to take a vote everyday.
You like it – you buy it. You don’t like it, don’t buy it.
It is that simple.”

O que é mesmo “big data”? Who cares?

Viva!!

 

Privacidade, um conceito em extinção?

Há tensão crescente mundo afora entre prioridades antagônicas de governos, empresas, imprensa, cidadãos e contribuintes, quanto à privacidade.

Recentemente, caso notório abalou a República e seus efeitos prometem estender-se de modo agudo, por vários anos.

De um lado, o direito à privacidade e de outro, o combate à corrupção. O ‘dilema’ entre privacidade e sigilo fiscal, versus, por exemplo, segurança e (combate à) sonegação. Continue reading Privacidade, um conceito em extinção?