Discordar e comprometer-se

A complexidade cresce, os acontecimentos fora do nosso controle aumentam, a impaciência impera. Os clientes pressionam, exigem mais.

Você é CEO, acionista, um executivo senior. Oportunidades surgem.

O que faço? Embarco, ou gasto mais dois meses analisando?

Oportunidades surgem – e se vão.

O modelo propósito – visão – missão – objetivos – estratégia – planos – metas – responsáveis – recursos – alinhamento – cascateamento de metas e planos, etc é confortável, congruente, fácil de entender.

E é lento, pesado, frequentemente tardio.

Precisamos de mais velocidade, mais competência, mais potência intelectual. Estar alinhado, centrado, com todos os dados e fatos analisados, todos na mesma página, toma muito tempo, enquanto que o vizinho de porta já fez e já abocanhou o pitéu.

Muitas decisões são reversíveis e só podem ser verificadas na prática. Vamos decidir mais cedo?

Entendo o que dizes, faz sentido, mas acho melhor fazer diferente. Vamos concordar que discordamos e nos comprometer com essa outra forma de avançar?

Aceitável?

Qual a sua tolerância com esse mundo cheio de oportunidades, demandante, imprevisível, veloz, controverso, em que vivemos?

Você confia no seu taco, no da sua empresa? E a cultura e valores te dão permissão? Você precisa de permissão?

Ver Day 1 & Day 2 e Jeff, what does Day 2 look like?.

Learn more – mental.models.envision.consulting

Eu olho e vejo

“Um computador em cada mesa”, Bill Gates.
“Um homem na lua”, John F. Kennedy.
“Carros para todos”, Henry Ford.

Ou, “um mundo formado por nações e corporações empreendedoras, criando conhecimento e riqueza em abundância, para que seus cidadãos prosperem”, N.N.

Pessoalmente, prefiro as três primeiras, estilo “eu olho e vejo”. E você?

No link, o professor Andrew Carton, da Wharton, University of Pennsilvania, trata do assunto – How Leaders Can Craft Better Vision Statements

Comente a seguir.

Thoughtful Reasoning – por que?

Buscava uma nova identidade para o blog.

Escolhi Thoughtful Reasoning.


rea·son·ing (rē′zə-nĭng)
noun

  • The process of using your mind to consider something carefully;
  • Thinking that is coherent and logical;
  • Use of reason, especially to form conclusions, inferences, or judgments;
  • Evidence or arguments used in thinking or argumentation.
  • The act or process of a person who reasons;
  • The process of forming conclusions, judgments, or inferences from facts or premises;
  • The reasons, arguments, proofs, etc., resulting from this process.

Gosto também de

The thought processes that have been established as leading to valid solutions to problems.


thought·ful (thôt′fəl)
Adjective

  • Acting with or showing thought and good sense;
  • Having intellectual depth;
  • Exhibiting or characterized by careful though;
  • Acting with or showing thought and good sense.

Gosto também de …

Showing careful consideration or attention; Decided on as a result of careful thinking.

Thoughtful Reasoning – thinking that leads to coherent action

Como lidar com a falta de privacidade do escritório moderno

Tímidos e os que precisam de silêncio para concentrar-se e produzir sofrem nos open offices, com o ruído ambiente, a falta de privacidade, a máquina de café, conversas por telefone, risadas, pings de notificações do celular do vizinho e conversas ao redor.

Afinal, os open offices são bons ou ruins? Procedem as críticas?

Há algumas tendências na configuração dos escritórios modernos:

  • Opens offices, onde grandes áreas são populadas por dezenas de posições de trabalho, fixas ou não.
  • Nas posições fixas, ficam profissionais cujo trabalho é majoritariamente interno, como contabilidade, finanças, faturamento, compras, produção.
  • Há posições “móveis”, usadas por profissionais com carga elevada de trabalho externo, como vendas, assistência técnica.
  • Não há paredes, portas, ou divisórias entre as posições de trabalho, que são organizadas em “ilhas de mesas”, ou longas mesas, com posições de um e outro lado.
  • Há salas de tamanhos variados, para reuniões, conversas com fornecedores, conversas com clientes, conversas que requeiram privacidade entre dois profissionais, entre executivos.
  • Há pequenas salas destinadas a pessoas que precisem de privacidade para ligações telefônicas, ou silêncio para tarefas que requeiram concentração.
  • Há empresas que extendem o conceito a seus executivos, nas “salas da diretoria”, onde executivos de diversas áreas compartilham o espaço.

Estas configurações passaram a ser adotadas por conta de algumas hipóteses:

  • Redução de custos – a área total ocupada é menor nos open offices, o que reduz custos de aluguel, infra-estrutura, particões, ar condicionado, etc
  • Aumento da interação entre as equipes, por conta da ausência de barreiras físicas entre os profissionais, que redundaria em aumento de produtividade, de criatividade, levando a melhores resultados – melhores produtos, melhor atendimento a clientes, mais vendas, menores custos, mais lucros, melhor gestão.

Essas hipóteses vêm sendo testadas na prática e em estudos científicos, sendo motivo de artigos frequentes na imprensa.

O que se constata na prática?

Estudo conduzido pelos Srs. Ethan Bersntein e Stephen Turban, publicado em 2018, (The impact of the ‘open’ workspace on human collaboration ) constatou o oposto da hipótese de aumento de interação pessoal (que daria causa a aumento de produtividade, etc). O estudo constatou:

  • Expressiva redução (-70%) da interação pessoal (!!) e
  • Aumento do uso de emails e messagens instantâneas entre os profissionais que trabalham em open offices. 

Em outras palavras, os efeitos são prejudiciais à interação e trabalho em equipe, segundo o estudo.

A maioria dos artigos publicados sobre o assunto mostram que a idéia é abominada. Por exemplo:

E você – (1) Gosta de open offices? (2) Acha que a qualidade da interação aumenta, diminui, não se altera? (3) Acha que o ambiente melhor, pior, indiferente? (4) Em qual ambiente seus resultados são melhores – open offices, ou escritório individual?

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